igor souza


IGOR SOUZA esteve em Valadares para a noite das velas brazil 2006, da qual esteve inserido desde quando a tamaki yonekura teve a idéia de trazer o evento para o brasil. durante sua estadia em minha casa eu pude perceber a energia criadora pulsante que existe neste artista. igor é artista, arquiteto, cenógrafo, designer emergente em salvador, graduado em arquitetura pela universidade federal da bahia. gostou de valadares, andou pela cidade, perambulou por alguns bares, foi ao GVshopping (mesmo contra vontade rs), mas entre uma farra e outra, sempre encontrava um tempo para sentar em frente ao pc e expor através do paint brush suas emoções. seus traços desprentensiosos e explosivos, geraram nos seus quatro dias de estadia em valadares, um lindo trabalho composto de 13 gravuras que transitam entre a simpatia do cartoon e rigidez do espelho.




Volte sempre meu caro Igor!
Até a próxima!

duo di taipa


edinho e junim, numa palhinha para pouquíssimos, ensaiando para a noite das velas. é bom estar perto do talento. é bom estar entre amigos. o som? além de contagiante é poético nas letras. nesse dia o show foi acústico, uma forma atípica do grupo se apresentar. eu me preocupava com eles "caramba, os cara tem um show que interage rústico com tecnologia e eu os convido para uma noite de velas? rs" mas eles arrasaram na festa. fizeram maior zueira naquele calor, extraindo o máximo do mínimo . obrigado

http://duditaipa.blogspot.com
http://art-ist.blog.uol.com.br
http://cleniomagalhaes.blogspot.com

e viva a globalização

"espia" o que virou a minha "janela"? (para minha amiga líria morays)



Pico da Ibituruna
Com uma altitude de 1.123 metros, o Pico pode ser avistado de todos os bairros urbanos e é lá que acontece o Campeonato Mundial de Vôo Livre, realizado sempre no início do ano, movimenta a cidade com centenas de praticantes do Brasil, Estados Unidos, Europa, do Japão e da Austrália. Considerada pelos adeptos do VÔO LIVRE uma das melhores plataformas para a prática desse esporte do mundo, é também um verdadeiro paraíso que abriga aos que não gostam do calor excessivo da cidade. Esperamos que os empresários locais perceberam o seu potencial como atração e façam melhorias para melhor atender aos turistas e para alegrar ainda mais o céu da cidade com coloridas asas deltas e paragliders.

texto de:
http://www.caiuaficha.com.br/doeacao/progv.html

veja também:
http://www.valadares.mg.gov.br/
www.valeradical.com.br
www.guia4ventos.com.br
http://www.gvfly.com.br
http://cleniomagalhaes.blogspot.com

forçando a barra?


Tem pessoas que fazem de tudo para serem merecedoras das cadeiras ocupadas quando o ônibus está lotado. Para isso nos fitam com aquela cara de piedade, mas no fundo escondem a desfaçatez de querer nos convencer que seu cansaço é maior do que os demais. O recente caso foi no mês passado, quando eu levava um aluno do ensaio para casa. O ônibus estava abarrotado, mas eu e meu aluno estávamos sentados em cadeiras separadas, o que tornava a viagem ainda mais calma pra mim, pois eu não era vítima dos olhares de condenação por ele ter apenas onze anos. Eu não olhava no olho de nenhum passageiro em pé com medo de que ele me pedisse para sentar no meu lugar. Entre um cochilo e outro, pois o ensaio tinha sido puxado, eu ouvia as pessoas do fundo do ônibus gritarem: “...alguém que já pariu aí, por favor dá lugar a esta mãe com a criança no colo, gente! Que absurdo! Eu que já carreguei três sei muito bem o que ela está passando. Cambada de gente ruim!” A mulher que estava em frente da mãe estendeu os braços propondo segurar a criança, mas para sua infelicidade, a criança não foi com a cara dela e ela teve que ceder o lugar. De repente outros gritos vindo lá de trás. “Ela está passando mal!” Quando eu olho pra trás vejo uma mulher gorda desmaiando abrindo um buraco no meio da multidão.
“Eu disse que ela não estava bem.” “A culpa é deste motorista que fica abrindo essa porta.”
“Vai ver ela esqueceu de tomar o remédio.” “Toca pra garagem motô!”“Que garagem?! O que vão fazer com ela desmaiada na garagem? (risos) “Alguém conhece essa mulher?”
Essa última pergunta fez calar de uma só vez todo o ônibus. Ninguém conhecia a tal mulher? Naquele momento ninguém conhecia a tal mulher. Então foi a vez da senhora que estava do meu lado gritar, bem no meu ouvido:“Alguém que tem celular, por favor ligue para o SAMU http://dtr2001.saude.gov.br/samu/.” Então perguntei a ela como eu faria tal ligação? Diria ao SAMU para seguir um ônibus de número 23 na altura da Av. JK em direção ao bairro Turmalina? Seria melhor que parassem o ônibus e deixassem a mulher numa farmácia e de lá ligariam para o SAMU. O povo riu da minha colocação.
“Esse povo fica rindo da desgraça alheia.” Indagou um cidadão. Só sei que quando eu falei em parar na farmácia, a tal mulher despertou e já estava sentada, sendo abanada por dois homens como uma rainha. “A senhora está melhor?” Ela acenou a cabeça positivamente. “Quer que chame socorro médico?” Ela acenou a cabeça negativamente. Vendo o ônibus voltar ao normal, a tal mulher sentada com aquela cara corada, pensei: ela estava mesmo se sentindo mal ou somente forçou a barra?


este texto faturou o segundo lugar
na coluna da karla nascimento
causos do busu do jornal circulando
univale

http://karlanascimento.zip.net/index.html

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louco deleite



o louco que se diz vendedor de leite acabou de passar
ele carrega centenas de caixas de leite vazias
duas delas ele calça como luvas
bate palmas estaladas
acompanhadas de gritos
-olha o leeeeeeeeeeeeeeite!
a vizinhança se irrita
o louco que se diz vendedor de leite imita igualzinho ao real vendedor de leite
-olha o leeeeeeeeeeeeeeite!
quando alguém o confunde e vai ao portão
ele ri até entortar todo o corpo
bate palmas estaladas
dirige-se até a pessoa
dá a ela uma caixa de leite que ele tira do seu enorme saco
-não precisa se preocupar, depois o senhor paga. a situação está difícil, eu sei.
dá o mais sincero sorriso sem dentes e segue
-olha o leeeeeeeeeeeeeeite!

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bonssons


semelhança ou mera coincidência










furta cor n.2
praça da dinha, rio vermelho - salvador ba
direção: clenio magalhaes
intérpretes criadores: catarina gramacho, clenio magalhaes, edu o. e igor soares

na real

FOTO
título:lua
clenio


na real
estou com fome
preguiça de fazer comida só para mim
não tem nada instantâneo pra comer
estou sem graça de sair, até porque a essa hora só tem sanduíche
é o segundo dia de sanduíche
comprei coca cola
pra substituir o cigarro?
talvez
a mesma função
estar inserido
queria viajar
queria fazer um curso
queria pagar minha conta telefônica
quero dormir
quero tanta coisa
não tenho nada?
nada é pouco
tenho um pouco
mas quero mais
todo mundo quer mais
mais
mais
mais
parei de fumar
não gostei da coca cola
a partir de hoje quero menos
vou tomar um banho
menos demorado
fazer uma comida ou sair para lanchar?
solidão ou cansaço físico
tenho ambas resistências
alguém gritou lá fora
grito de perigo
fui a janela
vi a lua
vou tomar coca cola
e fumar o último cigarro
na margem do rio doce
a luz da lua
linda companheira

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ai





http://www.pri.kyoto-u.ac.jp/ai/gallery/gallery.htm



esta é ai, uma chimpanzé de 30 anos, residente em kyoto university no japão. ela já tem programa de tv, site e agora virou pintora e suas telas já estão a venda no site acima. isso mesmo!


que bom que tem pessoas ocupadas com pesquisas relativas à origem humana, isso talvez acabe de vez com a hipótese de que originamos do sopro divino. ou vai me dizer que os chimpanzés originaram-se dos resquícios desse pozinho que foram parar num monte de mangue e por isso eles ficaram com 0,6% dos genes que herdamos a menos?

obrigado pela visita / thanks for stopping by


...aceito!




Bem feito! Quem mandou vir? Eu que nunca ouço ninguém, nunca sou procurada, nunca faço nada demais, hoje inventei de cair nessa cilada de atender aquele telefone, de me queixar para a louca da Éster e de ouvi-la me mandar sair: “você tem que ir pra rua. Isso que você ta sentindo é porque você vive presa em casa envelhecendo com os livros, enlouquecendo com a tv. Inventou que eu tinha que me enfeitar, sair, paquerar, arrumar alguém. Por um instante me faltou personalidade. E agora estou aqui, sofrendo neste teatro cheio, eu vazia, sozinha, constrangida, achando que todo mundo me julga percebendo minha solidão. Na verdade ninguém me notou. Só umas duas ou três pessoas me olharam e escreveram no olhar: “coitadinha, não tem nenhuma companhia!”, “oh! Aquela veio sozinha. Que desespero, hein?” Se é que não criticaram minha roupa, meu cabelo, maquiagem. A roupa é novinha nunca usei. Comprei há uns três anos esperando uma oportunidade de sair que não fosse o supermercado, a farmácia ou a padaria. Qual o problema de usa-la hoje? Está realmente um pouco démodé. Muito fechada, muito composta. Já que no desfile que aqui acontece é um tal de rasgo de saia lá em cima ou decote de blusa cá em baixo. Não gosto. Moda pra mim é roupa e não falta dela. Ai! Não sei pra que eu fui calçar este sapatos! Ai meus dedos! Vou sair daqui mancando. (primeiro sinal)
Será que só eu saí sozinha meu Deus?! Se estivesse acompanhada não pensaria tanta besteira, não saberia quantas saídas de emergência possui o teato,não contaria as poltronas e muito menos tomaria nota da vida dos outros.sabe uma coisa que andei percebendo e não entendi direito? É que as pessoas andam em bando. Essa turma por exemplo, veio em cinco. Se começassem a cantar um samba enredo seria uma escola de samba. Deus me livre! Odeio aglomeração perto de mim. Ou então só vem casal. Olhe quantos. Aquele ali não para de se beijar. Hum! Há quanto tempo não sinto ninguém me acariciando o braço,beijando minha boca, pescoço, orelha. Ui! Fico sem ar só de pensar. (segundo sinal)
E agora? Será que estou sonhando? Enlouquecendo? Não gente, eu estou vendo. Quem é aquele? Ele está sozinho? Um homem desses...ah e que elegância. Ai meu Deus ele ta vindo pra cá. O quê que eu faço? Ele vai ter que pedir licença. Mando pular ou levanto? Puxa, oh, passou. Nem me viu. Anh? Vai sentar na minha frente? Ih, usa brinco. É viado, só pode ser. Que sorte a minha viu? Não né não. Não tem jeito nenhum. Puro preconceito meu. O quê que eu faço? Pergunto as horas? Mas eu to de relógio. Pergunto: que perfume é esse? Ai, cadê as éster? Já sei, vou espirrar alto será? Atchim! Ih nem virou, só uma olhadinha pro lado. Olha pra cá criatura. Vou espirrar de novo. ATCHIMMMMMMM!
Ele: você está gripada.
Ela: Não, hehe é o ar condicionado, desculpa.
Ele: anh!
Ela: anh? Virou sem me desculpar. Burrra, fiz tudo errado. Ei, olha lá, ele ta virando de novo, vou sorrir, vai falar.
Ele: Eu te conheço de algum lugar...
(terceiro sinal)


...aceito
direção: clenio magalhaes e liria morays
interpretação: clenio magalhaes, líria morays, catarina gramacho, giovanna greco, jorge jr., pedro e john michael
produção: sandra santana, catarina gramacho, paula greco
arte visual: vivi, tamaki e mirka
vozes em off: viviane laerte, antrifo sanches e leandro morais
trilha sonora: leandro morais
assistencia coreografica: duda pinheiro, martina barreto.
luz: kenya sampaio
figurino: luiz santana, igor soares
texto: edu o.

fotos 1ºzazo guerra
2ºigor soares
3ºpaula greco

oh mestre!

deus é free time
deus é free free
liberte-se too

na vida morrem
pessoas pequeninas
pessoas grandes

tem água aqui
tem água ali também
amanhã não tem





hai ku a oito mãos
pedro
leandro
tamaki
clenio

interprete como você quiser!!!


obviedades

Por que ser criativo?


O exercício da criatividade aumenta a nossa capacidade de escapar das intempéries cotidianas. Um exemplo destas intempéries é a superatividade que nos tira o prazer de usufruir das mais puras experiências, como contemplar uma paisagem. O corpo está acelerado com a corrida consumista dos dias que nas horas vagas, não consegue frear a tempo e mantém esse ritmo como uma rotina. Muitas pessoas não conseguem ficar paradas, não conseguem perceber as sutilezas naturais, não conseguem comer se não for vendo tv, etc. O ócio deve ser encarado como ócio por uma questão de saúde. É neste momento do ócio ao tédio, que as pessoas mais criativas conseguem encontrar subterfúgios para inventar coisas. Criar maneiras de acalmar seu espírito até contaminar as pessoas com quem se relaciona, mantendo a mesma velocidade dos dias, mas nas vias dos nossos sentidos e das coisas. Ser criativo é enxergar nas mesmas quatro paredes da nossa casa, quarto, escritório, templo ou sala inúmeras possibilidades de viver cada segundo. Contaminar o outro com involuntárias parcerias. Aguçar o sentido de prazer de solução. É momento de racionar e para não sofrer muitas perdas é bom ser criativo. Racionar tempo, espaço e mitos. Racionar água, energia e relacionamentos. Brinque com as crianças, converse com os velhos, fale com a balconista, lance moda, dance você vai sentir a diferença nos primeiros dias de uso. O valor? Vamos tomar um sorvete na praça? rs

Letra da Dança



pacto

ele um homem
um homem de valores
valores reais
valores morais
valores especiais
tem um objeto
um objeto de valor
um colar
um presente do pai
um pacto
um pacto de amor
muito tempo se passou
o valor aumentou
o valor do colar
uma viagem
outro amor
outro valor
outro pacto
o filho
o herdeiro
herdeiro do colar
ela uma mulher
forte
no sentir
no ser
no ventre
uma vida
ainda pequena
às vezes se move
às vezes se vira
às vezes empurra
um menino
primeiro
segunda lua de mel
montanhas e barcos
pontes e pássaros
um noite
um jantar
um restaurante
muita comida
muita bebida
muita energia
muito sexo
muita alegria
muito amor
dia seguinte
uma tarde
um chá
num chalé
ele não está bem
comeu demais
bebeu demais
dor de barriga
dor daquelas
sobe calafrios
sorrisos amarelos
arrepia os pelos
sua a testa
dificulta a respiração
torce as tripas
trava os dentes
“onde é o banheiro?”
pergunta quase sem som
“lá em riba”
diz a dona
dona do chalé
o chalé do chá
“maldito chá!”
ele às pressas
a escada parece eterna
a privada parece trono
o alívio parece gozo
a descarga não funciona
a pressa vem à tona
despede-se da dona
riram demais
dia seguinte
um pequenique
um parque
um beijo romântico
um olhar para uma criança
uma criança e seu cão
futuro na imaginação
o nascimento de joão
uma surpresa
quem aparece?
a dona
a dona do chalé
o chalé do chá
estende-lho a mão
mostra-lhe o colar
no banheiro
ele deixou escapar
“a discarga eu num pudi cunsertá
discurpe pur num avisa
tô aqui pra recompensa
apruvetio pra falar
qui dor maió ela vai passar
quando juão se arretiá
e aos dois quisé si junta
i só vô ti perduá
purque muntio cocô
cê ainda vai limpa”.

clênio magalhães

dedicado a meu tio.

não se discute


Salve o Prazer!

pintura rupestre 2


na falta de cavernas.............

dissonante parceria entre o petróleo e a cevada

Numa cidade onde somente o que se tem destinado a fazer com os amigos é sentar num barzim para tomar umas...seria interessante que os proprietários investissem na imagem do seu próprio estabelecimento. Confesso que já me cansei de gastar meu pouco dinheiro em mesas e cadeiras plásticas dos barzinhos. As mesas de plástico são uma boa solução para as praias uma vez que o salitre corroi outros materiais como o metal, mas são para mim a expressão de um profundo equívoco estético e funcional quando colocadas no perímetro urbano.. Outros barzinhos, na tentativa de se sofisticarem, transformam as mesas em pequenos palcos, dispondo-as numa espécie de pocket show alcoólico. Existem também aqueles inúmeros bares que se proliferam a cada dia, inundando o passeio público com suas cadeiras plásticas brancas, amarelas, azuis das mais diversas marcas de cerveja. Em se tratando de cadeira na calçada, até os mais finos com suas mesas de metal e madeira se julgam donos do espaço público e expõem seus clientes, que pagam para serem expostos, à imperceptível poeira levantada pelos carros e à abordagem de pedintes que de gole em gole aparecem ao nosso lado. Então quando se fala em tomar umas no barzim...chego me arrupio...e sinto saudades de uma época em que o que mais esperávamos do fim de semana, era combinar as festinhas americanas rs.

Os estranhos


Madrugada, rua deserta que vai dar num viaduto. Umidade, talvez xixi. Não só xixi, caem gotas de água sem origem aparente, do teto do viaduto que possui um terço das lâmpadas acesas. Dois jovens entram simultaneamente no viaduto, na mesma calçada, em direções opostas. Receado, um deles atravessa a rua, o outro tira a camisa. O viaduto tem cem metros e ainda faltam uns quarenta para que eles se cruzem. Olham para os lados, para trás, para frente e não percebem um só movimento. Os corações aceleram. Em ambos martelam pensamentos de medo e dúvida: “será um ladrão?”, “não posso demonstrar medo”,...
Para escapar das artimanhas deste possível ladrão, ambos, olham de soslaio e imitam um ao outro. O andar vai ficando mais relaxado, os dois sem camisa, curvam-se cada vez mais as colunas, chutam-se objetos, cospem no chão, pegam no saco e agressivamente aceleram os passos. Passam um pelo outro, proferem um cumprimento indefinido, acenam com gestos semelhantes e seguem suados do fastio pela encenação tão tecnicamente perfeita executada.
Voltam para suas vidas reais, depois de imitarem a irrealidade de alguém que também o está. Julgam-se orgulhosos de suas técnicas de auto-defesa. O viaduto foi um espelho de dois reflexos, que positivamente dissimulados safaram-se de se conhecer.
(foto: Performance Dos Sonhos Galeria Monhangara 2006 - Mônica Queiroz e Clênio Magalhães.)

pintura rupestre 1







é bom saber que, mesmo sendo hoje "foras da lei", os pintores rupestres ainda estão soltos pelas cidades!

nestas pichações alemãs, percebe-se o caráter participativo das obras, onde vários artistas cunham sobre a obra alheia, impressões e expressões.

o borrão do acaso, a precisão da pressa, a certeza da infração e o desinteresse pelo acerto, dão ao viadulto uma densa estética de urgência social.

é preciso atravessar rápido

é preciso fotografar rápido

é preciso ler rápido

é preciso pintar rápido

é preciso voltar rápido

traje-tória






traje-tória
performance desenvolvida para a I Noite das Velas Brazil 2006 em Governador Valadares (MG)
momento efêmero, mas inesquecível
belíssima contribuição do duo di taipa
fez na hora um som visceral
,2007 tem mais...

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eu